…mas vai acabar agora?
O esperado XE da Jaguar vem sendo colocado como uma arma verdadeira para encarar os alemães da Mercedes e BMW.
Hora de conferirmos isso na prática

 

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ESQUEÇA O X-TYPE, taquele feito sobre um Mondeo, que deveria gerar 300 mil unidades vendidas, mas que acabou penando para vender menos da metade disso. Desta vez a Jaguar levou as coisas a sério. Baseado na plataforma encurtada do XF, este tração traseira (eventualmente integral) é movido por uma nova família de motores, traz suspensões de triângulos duplos e carroceria feita quase que totalmente de alumínio. Ele ganhou também um novo sistema multimídia, a primeira direção elétrica em um Jaguar e um sofisticado controle de tração, capaz de lidar com as piores condições de aderência. Como dissemos, esqueça o X-type.

Mas mesmo com todo este arsenal, o XE terá que mostrar serviço, tanto nos salões de vendas dos concessionários, quanto aqui, na montanhosa região do País Basco no norte da Espanha. O Mercedes Classe C recebeu também uma série de melhoramentos que miraram especialmente o conforto e o luxo. Ele é como um Classe S júnior e único no segmento a oferecer suspensão pneumática. E não nos esqueçamos do Série 3, um recordista de vendas, sempre focado na condução, em detrimento do luxo. Mas para este comparativo escolhemos seu irmão maior, o Série 4 Gran Coupe. Com linhas mais afiadas e desempenho melhorado, seu porta-malas alto lhe dá uma vantagem prática em relação ao Série 3, mas certamente seus resultados aqui serão muito semelhantes.

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São representantes de um segmento importadíssimo para seus fabricantes. A Jaguar se surpreendeu com a recente demanda pelos modelos 2.0 de 197 e 237 cv a gasolina (há um V6 3.0 supercharged derivado do F-type de 335 cv disponível também), e num momento de dúvidas em relação do futuro dos motores diesel, com as novas exigências legislativas de emissões, as dúvidas cresceram ainda mais, porém, devido ao baixo índice de emissões de NOx e boa autonomia, os queimadores de óleo ainda são os preferidos. Ao escolher um XE diesel, as opções serão as unidades de 161 e 178 cv da nova família Ingenium de motores, com transmissões de seis marchas (manual), ou ZF automática de oito velocidades. A linha XE parte de R$ 160 mil na Europa, mas com o diesel mais potente, câmbio automático e acabamento R-Sport, a conta vai para R$ 205 mil. Seu concorrente Mercedes, o C220 BlueTEC com acabamento AMG sai pelo mesmo preço por lá, enquanto o BMW 420d M Sport, que entrega 187 cv, custa R$ 217 mil, R$ 22 mil a mais do que você pagaria por um Série 3 equivalente manual mais espartano.

Ironicamente é o carro mais barato que pode ostentar a alcunha Premium…

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