UMA CATEGORIA QUE parece não se importar com nenhuma outra, sem concorrência direta, com grandes nomes, parceiros tecnológicos criativos e um senso comum: mostrar alternativas energéticas sustentáveis e inovadoras para a mobilidade humana. Mas claro, tudo isso é lindo no papel, pois quando você junta um punhado de pilotos numa pista, pouco importa qual é o combustível que move seus carros, o negócio é acelerar e vencer.

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E quem se deu melhor na prova de Putrajaya, capital da Malásia, foi o brasileiro Lucas Di Grassi. Na verdade, os pilotos brasileiros tiveram muito o que comemorar ao final do e-Prix de Putrajaya, segunda etapa da temporada 2015/2016 da Fórmula E. Com a vitória, Di Grassi desbancou o pole e favorito Sébastien Buemi da liderança do campeonato; Bruno Senna fez uma excelente corrida de recuperação, chegou em 5º e somou os primeiros pontos, já Nelsinho Piquet conseguiu levar um carro pesado e problemático das últimas posições do grid para o 8º na bandeirada final. Ao mesmo tempo, a eDAMS, considerada a grande força da categoria, decepcionou: o francês Nicolas Prost foi apenas o 10º, ainda assim duas colocações à frente do companheiro Buemi.

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