Concebido para vencer Le Mans, o GT puro-sangue traz um agressivo pacote aerodinâmico. Veja como ele funciona

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1 – Gota da alegria: O componente mais importante do GT é sua fuselagem em formato de gota, adorada pelos designers fanáticos por aerodinâmica. “Todos os protótipos LMP utilizam o mesmo formato de gota – é extremamente eficiente em termos de arrasto”, explica Jamal Hameedi, engenheiro chefe da Ford Performance. “Mas tivemos que desafiar uma premissa importante: num carro com motor entre-eixos você precisa de um conjunto motor/câmbio compacto para que não atrapalhe a fluidez das linhas desta gota. Enquanto outros fabricantes desenham carros que parecem feitos para carregar malas de golfe, o nosso foi feito no limite legal do regulamento – acho que golfistas não comprarão nosso carro”.

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2 – Trabalhando o fluxo de ar: Aquelas superfícies delicadas da carroceria que canalizam o fluxo em volta do motor? São ocas, e são a chave para o sistema de indução do GT. O ar é direcionado para a admissão, passa através das turbinas e então segue para os intercoolers. O fluxo comprimido então passa por dutos que desembocam diretamente no cofre do motor. O ar aquecido depois que passa pelos intercoolers sai pelo centro das lanternas traseiras. Bacana…

3 – Motor compacto:  O GT é movido por um V6 3.5 l biturbo. A maioria de seus rivais nas ruas e pistas têm pelo menos dois cilindros mais, o que não se justifica…

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