É um conversível 4×4 com capota de tecido. Não faria sentido se as vendas não fossem tão boas. É um brinquedo para trilhas que não assustam. Até onde precisamos ir com o Evoque Convertible para que ele faça sentido?

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POJETADO PELO ARQUITETO canadense naturalizado norte-americano Frank Gehry, o museu Guggenheim brilha ao sol na margem oposta do ‘Ria del Nervión’ como se fosse caracóis de cavacos caídos  de um torno gigante lá no céu. O museu é responsável direto pela revitalização e pela vinda de milhões de visitantes a Bilbao desde sua abertura em 1999. Mas claro que num mundo cada vez mais exigente, opinativo, e porque não dizer: chato, recebe críticas também, por ser um símbolo do imperialismo cultural globalizado.

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Parece ser o local ideal para começarmos nossa jornada no mais novo Evoque, um veículo que primeiramente valoriza a estética em detrimento do desempenho off-road, que começou a ganhar vida como um conceito que utilizava emblema Land Rover e se transformou num Range Rover que teve agora seu teto removido, não por motivos práticos, mas para puro hedonismo. O resultado é uma máquina totalmente alheia ao espírito do primeiro ‘Landie’ série 1 de 1948.

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032-5Para descobrirmos mais sobre este Evoque de R$ 260 mil (na Europa) e exatamente o que você terá (ou não) em troca dos R$ 25 mil a mais em relação à versão coupé, viajaremos com ele de Bilbao, extremo norte da Espanha até o litoral sul do país, mas sem nos preocuparmos com o tempo da viagem. Depois de percebermos o que o Evoque é na verdade, imaginamos que não se trata de um brilhante GT moderno. Estiloso, caro, refinado e com saúde suficiente para encarar  os  desafios de qualquer viagem continental. Assim, viajaremos por estradas bem pavimentadas, serras sinuosas e até por terrenos que povoam a imaginação de quem compra um carro desses. Mas primeiramente precisamos ter a certeza de que ele é um Range Rover de verdade. Precisamos achar lama.

As montanhas que cercam Burgos ficam há poucas horas de Bilbao. Programamos o destino na excelente nova tela do GPS, acomodamos nossa bagagem no porta-malas em formato de forno de pizza e seguimos para a estrada. Deixamos a capota fechada, não por causa do espaço de carga – num VW Up a capacidade é de 251 litros, e em qualquer configuração aqui ela será a mesma, pequena. Dirigir um novo conversível é sempre sinal de sucesso do modelo que o antecedeu, mas nem sempre essa transformação acontece sem traumas…

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