…bem, você sabe, todos queremos mudar a Maserati. E este, o primeiro SUV da marca é o carro que fará isso.

Por Georg Kacher

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Se eles dissessem que o Levante seria o Maserati dos SUVs você o desejaria? Ele não tem engenharia para encarar trilhas difíceis, mas o levará tranquilamente até a porta de seu chalé na estação de esqui, ou ao portão do seu sítio. É um SUV ‘light’, se posso dizer, com ótimo desempenho e a maioria dos equipamentos desejáveis.

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“Queríamos que nosso carro fosse esportivo como um BMW e mais confortável que um Porsche”, informa Harald Wester, chefão da Maserati e Alfa Romeo. “Em termos de volume, o levante é talvez o mais significativo produto que a marca já lançou. Espera-se que seja responsável pela metade das vendas até 2018”.

As palavras dele ecoam na minha mente enquanto dirijo. Será que este carro tem mesmo o necessário para provocar uma revolução na marca? Na Inglaterra a tarefa parece difícil, ainda mais que eles oferecerão apenas a versão V6 diesel de 3.0 litros e 424 cv por lá. Pensando em Europa, poderia ser melhor com o Levante S, V6 a gasolina de 424 cv. Nós não o compramos, você leitor, sabe disso – e mesmo no restante da Europa ele deverá responder por 10% das vendas. Portanto, experimentarei o diesel antes.

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O diesel roda sobre aros de 20 pol. calçados com pneus 265/45 e 295/40. O Levante jamais será o rei da maciez, mas nessa configuração ele supera facilmente os também rígidos rivais M, AMG, SVR e GTS. Construído pela VM Motori do Fiat Group, a versão diesel tem tanto torque que dá a impressão que ele vai expulsar os lubrificantes dos diferenciais ao liberar os 61,1 kgfm através da tração integral. Seu motor não gosta de altas rotações e não aceitará reduções a mais de 3.000 rpm. Mas o resultado é satisfatório, leva 6.9 s para ir de 0 a 100 km/h e registra máxima de 230 km/h e consumo de 16,5 km/l, números bem satisfatórios para nós.

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Apesar da mudança obrigatória de direção hidráulica para elétrica, que atuará em conjunto com sistemas auxiliares futuros, o Levante parece estar com a tradicional hidráulica. Ela passa uma sensação boa o tempo todo, vira com precisão e entrega a quantidade correta de ‘feedback’. Carece apenas de leveza para manobras com o carro parado, a qual nos acostumamos e a força exigida em curvas rápidas parece um pouco demasiada. A condução tem dinâmica bem melhor que a do Ghibli. A suspensão pneumática melhora muito a dirigibilidade, gerando sensação de relaxamento e conforto…

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