Maior, mais espaçoso e melhor equipado que seu irmão menor feito nordeste, o novo Jeep deve seguir os passos bem-sucedidos da Toro e do Renegade.

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Terceiro produto da fábrica de Goiana (Pernambuco), o Compass, irmão maior e mais chique do Renegade, será feito em vários países, inclusive no México, de onde abastecerá os Estados Unidos, o principal mercado da Jeep. Claro que traz semelhanças com o Renegade (já que tem vários componentes em comum), mas o Compass se mostra bastante diferente, agradável ao dirigir e com um comportamento mais refinado, confortável e luxuoso.

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Ele tem tudo para seguir o caminho dos outros dois produtos da planta da FCA no Nordeste, o Jeep Renegade e a picape Fiat Toro. SUV de porte médio, o Compass mostra qualidades para ser também um best seller, inclusive devido a boa relação custo/beneficio. Design bastante atual, bom espaço interno, melhor acabamento e mais luxo são outros fatores para colocar o Compass rapidamente em destaque também no Brasil.

Este novo Jeep (cujo nome significa “bussola”) tem tantos modelos e preços, que do Compass de entrada (Sport Flex, com tração dianteira) até o top de linha (Trailhawk, turbodiesel e 4X4) há um acréscimo de 50% em preço. São vários Compass, com diferentes performances, rendimento e equipamentos. As diferenças com o Renegade já começam com a diferença de dimensões, com quase 20 cm a mais de comprimento (4.420 mm do Compass contra 4.230 mm do Renegade). E o novo Jeep traz características próprias, inclusive pela maior distância entre-eixos (de 2.640 m), que permite maior espaço no habitáculo, com mais conforto para os passageiros. A suspensão independente nas quatro rodas também aumenta a estabilidade e suavidade ao rodar.

 

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Há maior silêncio a bordo em relação ao Renegade, fato conseguido com novos coxins de motor e mais elementos de isolamento acústico, principalmente no Compass mais caro, com motor turbodiesel. São várias versões do Compass: Sport, Longitude e Limited trazem motor Flex 2.0 Tigershark (com cambio automático de seis marchas e tração apenas na dianteira), enquanto a Longitude e Trailhawk apresentam motor turbodiesel 2.0 Multijet de segunda geração (com tração nas quatro rodas e câmbio automático de nove marchas). Uma das razões de tantas variações é exatamente o preço que, no lançamento, ficou “abaixo dos R$ 100 mil” (exatos R$ 99.990) e vai até quase os R$ 150 mil no topo da linha…

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