A grande novidade é o câmbio automático de seis marchas, que veio em substituição ao antiquado, de quatro, mas o motor de 1,6 litro também recebeu ajustes para melhorar funcionamento e consumo

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O Aircross passou por mudanças mecânicas significativas em sua mais recente edição. O trem de força recebeu, finalmente, o câmbio automático sequencial de seis marchas em substituição ao antigo, gastão e pouco eficiente, de quatro. Essa versão é a mesma que já equipa os modelos PSA (Citroën e Peugeot) com motores THP de 1,6 litro — com turbo e injeção direta de combustível —, mas passou por ajustes em sua programação para trabalhar com esse propulsor mais “simples”, aspirado.

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Foi uma ótima opção, já que nossa experiência com modelos anteriores da marca nos mostrou o quanto ele é eficiente. Com uma programação perfeita, ele está mais rápido nas reduções de marchas e muito suave nas trocas normais, quase imperceptíveis. Além disso, sua sexta marcha é mais longa que a quarta do antigo, fazendo com que o motor trabalhe em regime de giros mais baixos na estrada e, consequentemente, economize combustível.

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O escalonamento das marchas resultou em trocas feitas em menores regimes de rotação, minimizando o ruído do motor dentro do habitáculo.  A presença da função RDT (Redução de Tração) também assegurou a diminuição das vibrações do veículo parado quando o câmbio está em posição Drive. De acordo com a montadora, no modo “Drive” de dirigir, o Aircross fica fica 7% mais econômico no geral, e com o modo “Eco” ativado ele é 5% melhor nos trajetos urbanos.

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A partir de agora, o Aircross só é oferecido com motor de 1,6 litro, que também recebeu evoluções com o objetivo de melhorar sua suavidade de funcionamento. Com gasolina, a potência se manteve em 115 cv, mas em giros um pouco mais baixos (5.750 rpm, 250 rpm a menos do que antes). Com etanol, houve uma perda de potência de 4 cv, passando de 122 para 118 cv a 5.750 rpm, 50 rpm a menos. O torque máximo de 16,1 kgfm para ambos os combustíveis agora é a 4.750 rpm (antes era a 4.000 rpm), sendo 15,5 kgfm com gasolina e 16,4 kgfm com etanol — ele ganhou 0,6 kgfm com gasolina e perdeu 0,3 kgfm com etanol.

Remodelado em 2015, ele tem conseguido manter um bom desempenho de mercado. Segundo  a fabricante, em 2016, ele obteve um crescimento de vendas da ordem de 54% em relação ao ano anterior. O que justifica mais esse esforço de atualização pelo qual o carro está passando. Grande parte desse desempenho se deve a um bom espaço interno para bagagens e passageiros, conforto e bom nível de equipamentos.

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O Aircross vem equipado com central multimídia com tela touchscreen de sete polegadas, que inclui recursos como áudio, navegação e conectividade. Oferece, ainda, MirrorScreen (duplicação da tela do smartphone na tela da central multimídia), reconhecimento de voz via smartphone e o SmartApp Link MyCitroën, que armazena informações sobre o veículo no smartphone do cliente…

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