Ele está deixando de ser um esportivo nervoso e de espaço restrito para se tornar um crossover de apelo familiar

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Ele continua crescendo, e é o maior modelo jamais produzido pela mítica marca inglesa. O Countryman tem pouco do “carrinho” que se tornou mundialmente famoso por suas dimensões reduzidas e comportamento esportivo. Essa versão continua sendo agradabilíssima de dirigir, mas, pelo tamanho e espaço interno, já se aproxima das famílias. Ou seja, a Mini está ampliando seu leque de consumidores.

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Ele continua tendo o desenho básico que o tornou mundialmente famoso e desejado pelos jovens, mas confessamos que é um pouco estranho vê-lo com as dimensões atuais, e com quatro portas. É inegável que internamente ele está mais confortável e condizente com um maior número de passageiros, no entanto, conceitualmente está deixando de ser um carro e virando um crossover. A marca não está fazendo nada a mais do que seguir a tendência global de ter carros com características de SUV ou próximas disso, e, com o tamanho e configuração anteriores, a Mini estava longe de poder participar desse segmento.

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Essa segunda geração do Countryman recebeu novos motores e câmbios, e, no Brasil, será oferecido em três versões: Cooper, Cooper S e Cooper S ALL4. A nova linha cresceu e agora tem 4.299 mm de comprimento (200 mm mais longo que seu antecessor), 1.822 mm de largura, 1.557 mm de altura e 2.670 mm de distância entre-eixos, em todas as versões.

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Obviamente, as maiores dimensões do Countryman resultaram em mais comodidade na cabine, e quem viaja atrás encontra bom espaço para as pernas. Ficou bem melhor em relação ao Mini Hatch 5 portas (que tem 2.567 mm de entre-eixos). O peso líquido é de 1.390 kg (Cooper), 1.430 kg (Cooper S) e 1.530 kg (Cooper S ALL4). O espaço para bagagens também melhorou, passando de 350 para 450 litros.

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Motores e câmbios também estão sendo oferecidos pela primeira vez na linha Countryman. A versão Cooper (R$ 144.950) tem motor três cilindros, 1,5 l, TwinPower Turbo e 136 cv entre 4.400 rpm e 6.000 rpm; o torque é de 22,4 kgfm e o câmbio é o Steptronic automático de seis marchas. Ele acelera de 0 a 100 km/h em 9,6 segundos — 1,6 s mais rápido que o anterior — e tem velocidade máxima de 200 km/h. Já as versões Cooper S (R$ 164.959) e Cooper S ALL4 (R$ 189.950) vêm com motor de 2,0 l, quatro cilindros e 192 cv entre 5.000 rpm e 6.000 rpm; o torque é de 28,5 kgfm e a transmissão é a Steptronic automática de oito marchas.

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Andamos tanto na versão Cooper — que, a empresa estima, será responsável por 40% das vendas do Countryman —, de três cilindros e tração dianteira, quanto na top de linha, a Cooper S ALL4, de quatro cilindros e tração integral. A posição de dirigir continua ótima, assim como o posicionamento dos pedais, instrumentos, assentos em posição mais elevada e a boa empunhadura do volante…

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