Quem compra um carro com o visual do Captur provavelmente espera um desempenho mais condizente com seu layout. O CVT ficou correto e confortável na cidade, mas falta “ânimo” quando exigido a fundo.

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Chegou o que estava faltando. A transmissão automática X-Tronic CVT finalmente passa a equipar os modelos de 1,6 litro do Captur. Com excelente desenho, habitabilidade e características dinâmicas, as versões de entrada do SUV francês mereciam receber um pouco mais de conforto. Com o câmbio CVT, o Captur aumenta a sua gama de versões no mercado. São duas opções de motorização, três de câmbio e quatro versões de acabamento: 1.6 manual (Zen), 1.6 X-Tronic CVT (Zen e Intense) e 2.0 Intense com transmissão automática de quatro marchas.

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De acordo com a fabricante, além do conforto, a nova transmissão melhorou o consumo do carro. Amplamente utilizado pela Aliança Renault-Nissan em todo o mundo, o novo câmbio, que vai acoplado ao motor 1.6 SCe, conta com seis marchas virtuais. Ele garante um rodar suave e silencioso em velocidade de cruzeiro — com rotações menores e mais constantes do motor —, o que resulta em menor consumo de combustível.

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O X-Tronic CVT melhora sensivelmente o conforto, especialmente nos centros urbanos. No Captur, ele vem com um software de gerenciamento que permite ao motorista contar com seis marchas virtuais. Ou seja, ele é um câmbio com “infinitas marchas”, mas, nesse caso, tem seis marchas exatamente definidas. Em função disso, existe a possibilidade de troca manual por meio da alavanca de câmbio. É só o motorista mover a manopla de mudanças para a esquerda e assumir o controle. A opção traz vantagem em performance, especialmente nas ultrapassagens e arrancadas.

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O câmbio traz uma transmissão adicional, garantindo reduções de 10% no tamanho e 13% no peso do conjunto mecânico. Ele usa correia de liga de aço, sem previsão de substituição, que não entra em contato com o óleo, reduzindo o seu nível de atrito em 30%. A lubrificação é feita por meio de uma bomba que borrifa o óleo apenas nos lugares necessários. Um conversor de torque multiplica o torque nas saídas e aumenta o efeito redutor nas desacelerações. Ele também conta com o sistema Lock-up com Active Slip Control, no qual a polia é liberada de modo gradual para que o torque seja transmitido de forma linear. Produzida pela Jatco, empresa da Aliança Renault-Nissan, esta transmissão equipa dezenas de modelos em todo o mundo.

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A Renault diz que ele ficou 3,5% mais econômico na estrada — pelos dados do Inmetro, ele passa de 11,3 para 11,7 km/l com gasolina e de 8,0 para 8,1 km/l com etanol. Na cidade, o câmbio CVT perde ligeiramente — passou de 10,9 para 10,5 km/l com gasolina e de 7,6 para 7,3 km/l com etanol. Em qualquer caso, o 1,6 é mais econômico que o 2,0 automático, que faz 8,8/6,2 km/l (urbano) e 10,8/7,3 km/l (rodoviário) com gasolina e etanol…

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