Demasiado inteligente, extremamente rápido e bravamente inovador, o 720S é a McLaren Automotive revelando sua nova cara

s5

O 720S é como aquele pedaço de bolo delicioso que você coloca na boca de uma vez, sem sentir remorso. É sobre a coexistência de atributos previamente considerados exclusivos. O carro tem agora um motor maior, mais potente que o do 650S e ficou mais leve (18 kg, reduzindo seu peso total a 1.283 kg). Ele exige mais refrigeração que seu antecessor, mas vence a barreira aerodinâmica com o dobro da eficiência e gera mais pressão aerodinâmica. O pessoal da McLaren informa que ele é capaz de fazer viagens com a classe e o refinamento de um 570GT, mas entregando ao mesmo tempo, o heroísmo das pistas peculiar ao 675LT. É um supercarro que você pode admirar pela traseira, uma escultura em alumínio que rivaliza com um P-51 Mustang (mítico caça americano da II Guerra) e mais intrigante de tudo, um McLaren concebido primeiramente para arrancar-lhe um sorriso.

s3

1. Um novo McLaren, um novo momento.

Supercarros servem mesmo para deixar as pessoas de queixo caído na rua. Apesar de sua imagem limpa e calculada, a McLaren sabe disso e o 720S não se deixa levar por estes momentos de excitação.

Aproxime-se e a primeira surpresa será a falta de entradas de ar laterais visíveis, uma novidade em supercarros e seus motores entre-eixos. Depois você percebe sua intrincada porta e percebe sua essência ao se deparar com uma cavidade através da qual corre uma estrutura de alumínio que administra o fluxo aerodinâmico. Aí você abre a porta diedral e percebe que ela leva com ela uma considerável porção do teto, como no F1 original, do Gordon Murray, facilitando o acesso. Apesar da complexidade da forma e do movimento, o sistema de fixação da porta é simples como um martelo, mas perfeito e delicado como uma flor Galanthus. A porção do teto agregada à porta, somada às soleiras baixas, facilitam muito o acesso ao carro. A porta requer 155 mm a menos de espaço em relação ao carro estacionado ao lado, abrindo-se num ângulo de 80 graus. Aparentemente simples, mas o detalhamento e complexidade envolvidos são de tirar o fôlego.

Acomode-se no banco, dê uma olhada em volta e novamente o desenho da traseira envidraçada em forma de gota impressionará. A sensação de luz, espaço e visibilidade é inusitada para um supercarro… VEJA MATÉRIA COMPLETA NA CAR 81. JÁ NAS BANCAS E NA LOJA ONLINE!

2. A carroceria é uma (funcional) obra de arte.

s1Aerofólio traseiro ativo vai de lado a lado e pode se configurar numa posição mais agressiva de freio aerodinâmico em menos de um segundo. Como antes, ele trabalha para otimizar o fluxo e lidar com as forças de sustentação, mas agora gera mais pressão aerodinâmica.

Dutos nos arcos de roda sugam fluxo de ar de alta pressão das caixas de roda que reduzem o arrasto, conduzindo este fluxo por estruturas lindas de alumínio direcionadas aos radiadores. “Ar limpo vem da região da base das colunas A e turbulentos fluem desde o assoalho. A ideia desde o início foi encontrar soluções estéticas, formando o carro em camadas”, explica o designer Rob Melville. “Desenhamos as seções de forma a separar fluxos limpos dos turbulentos”… VEJA MATÉRIA COMPLETA NA CAR 81. JÁ NAS BANCAS E NA LOJA ONLINE!

3. Desempenho aterrorizante

s2

A McLaren não fez mistério sobre seus planos de embarcar tecnologia híbrida em seus carros, como no P1 e no P1 GTR, mas este capítulo dos Super Series utilizará o já testado e confiável V8 biturbo, agora apelidado de M840T. Cerca de metade de seus componentes no 720S são novos, incluindo novas câmaras de admissão, pistões, virabrequim, cabeçotes, turbinas, intercoolers e injeção com dois injetores (a princípio 3.8 l; o da Ferrari 488 é 3.902 cc). A potência máxima é de 710 cv e o pico de torque é de78,5 kgfm. O 650S soma 641 cv e 69,1 kgfm.

Aumento de potência e redução de peso resultam em números mais cintilantes: 0 a 100 em 2.9 s, 0 a 200 em 7.8 s e máxima de 340 km/h.

Mas apenas números não contam a história toda… VEJA MATÉRIA COMPLETA NA CAR 81. JÁ NAS BANCAS E NA LOJA ONLINE!

4. É um McLaren divertido…

s9.jpg

Imagine o Ron Dennis com o cabelo comprido, bronzeado intenso depois de um ano à beira da praia, dedilhando uma guitarra enquanto o sol se põe no horizonte… Não consegue? Entendo, nem eu. Com um pouco de imaginação é possível ver também um McLaren com 700 cavalos, ou pouco mais.

O sistema Variable Drift Control da McLaren é essencialmente um recurso digital muito parecido com o similar do AMG GT R que adiciona muitos tons de cinza entre ele e o controle de estabilidade analógico do 650S… VEJA MATÉRIA COMPLETA NA CAR 81. JÁ NAS BANCAS E NA LOJA ONLINE!

5. É o chassi mais fantástico desde a Williams do Mansell

s8

Você deve se lembrar do Williams FW-14B de 1992: Desenhado por Adrian Newey, ele chegava mais próximo da perfeição do que qualquer outro F1 já chegou. Com suspensão ativa, câmbio semiautomático, freios com ABS, controle de tração e o maravilhoso motor Renault V10 3.5 l, ele levou a F1 a níveis até então não alcançados de aderência, aerodinâmica, velocidade e consistência. Mansell e a Williams comemoraram seus títulos ainda em agosto, e Nigel veio a ser o primeiro piloto a vencer nove corridas numa temporada.

O 12C estreou uma igualmente revolucionária e complexa suspensão com potencial para mudar todas as regras do jogo. Muitas promessas que vieram junto deste sistema totalmente mecânico falavam em níveis de comportamento de Ferrari 458 e conforto de um Série 7. A realidade foi outra, e os críticos não pouparam adjetivos como: “remota” e “entorpecida”…  VEJA MATÉRIA COMPLETA NA CAR 81. JÁ NAS BANCAS E NA LOJA ONLINE!

6. O IRIS morreu

s7

Lento e nada intuitivo, o sistema IRIS HMI do 12C e do 650S não faz parte do arsenal do 720S. Agora oscomandos na tela são precisos e rápidos, a navegação é instantânea, os menus estão lógicos e há a possibilidade da atuação por gestos.

O 720S utiliza a interface MDI – McLaren Driver Interface. É um grafismo funcional em forma de carrossel no painel principal. Três funções podem ser mostradas a cada vez, em hierarquia escolhida por você. Antes o IRIS e o motorista eram independentes, agora não, você pode ‘enviar’ a função escolhida para o painel de instrumentos – selecione a função (seja rádio, telemetria ou GPS) da mesma forma que faz no seu smartphone quando quer mover ou deletar um aplicativo, e depois tecle no símbolo ‘export’ quando ele aparecer… VEJA MATÉRIA COMPLETA NA CAR 81. JÁ NAS BANCAS E NA LOJA ONLINE!

7. O CEO ficou impressionado

s4

Há muita pressão, claro, óbvio. Ela é inerente a um período de sucesso. A McLaren tem um ‘momentum’ a manter, com vendas acima dos 99,3% em 2016 (de 1.654 carros em 2015 para 3.286). O último 650S já foi construído. O 720S começou recentemente a ser montado, numa escala de sete por dia. Ele vai ser mais 12C do que P1? Duvidamos disso.

“Próximo do final das avaliações de campo, o chefão Mike Flewitt dirigiu o carro pela primeira vez depois de cinco meses – uma vida quando se lida com um fim de projeto”, comenta Haydn Baker. “Dirigimos por uma hora e meia na estrada, de Barcelona até o autódromo, e quando saímos do carro ele me disse: ‘Foi a melhor tocada da minha vida’. Disse a ele que agora era a hora de dirigi-lo na pista. Quando ele voltou, disse-me que teria que se recalibrar: tudo o que ele pensava que sabia sobre trocas de marcha, velocidade de entrada e aderência, mudou no circuito. Delicioso de conduzir na estrada e um nível de desempenho intimidador no autódromo. Fiquei feliz com aquilo”.

VEJA MATÉRIA COMPLETA NA CAR 81. JÁ NAS BANCAS E NA LOJA ONLINE!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s