Tem pinta de SUV, cara de europeu, vem recheado de itens de segurança e conforto, e tem preço competitivo

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Ele deveria ser produzido no Brasil, mas o desarranjo econômico do País acabou postergando a construção da fábrica e, obviamente, o início da sua fabricação. Vindo da China, o T40 foi desenvolvido no centro de estilo da marca na Itália e tem grande parte da sua concepção apoiada nas preferências do nosso mercado. Sergio Habib, presidente da empresa, afirma que o T40 foi integralmente concebido para o Brasil. Tudo nele foi pensado para satisfazer ao consumidor brasileiro. Um pouco menor que o T5, o crossover teve que mudar sua nomenclatura para ser comercializado aqui: deveria ter sido T4, mas esse nome já pertence à Troller.

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Mesmo diante de todos esses problemas, podemos afirmar que se trata de um bom lançamento. Uma pena que inicialmente ele só esteja disponível com o câmbio manual de cinco marchas, mas a versão automática CVT está prevista para chegar ao mercado em fevereiro próximo. Ele chega por aqui com somente uma versão de acabamento e com dois pacotes de equipamentos: o Pack 2, com preço de R$ 56.990, e o Pack 3, a R$ 58.990. A versão mais cara vem dotada de kit multimídia com navegador, câmera de ré e uma incomum câmera frontal, que capta imagens à frente do veículo. Seguindo a moda do mercado, além das cores únicas, ele pode ter pintura bicolor.

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O T40, além de representar uma nova opção para o consumidor que quer um carro que não seja um modelo compacto posicionado como aventureiro, possui aptidões dos crossover/SUV/SAV, ainda que sua altura livre do solo, de 180 mm, seja a mesma do Renault Kwid – mas ganha do Honda HR-V (1.770 mm) e perde para o Renault Captur (2.120 mm).

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Ele é o terceiro “SUV” da marca a chegar ao País, tem ótima aparência, bom conteúdo e preço bem situado entre seus concorrentes. Com espaço interno satisfatório e ótimo volume de porta-malas — 450 litros —, o T40 é bonito, moderno e tem nível de acabamento justo. Razoavelmente alto (1.568 mm) e bastante largo (1.750 mm – o T5 tem apenas dois centímetros a mais), ele permite boa acomodação para três passageiros adultos no banco traseiro.

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Internamente, destaque para a qualidade do acabamento, que envolve volante revestido de couro, bancos confortáveis, boa ergonomia para o motorista e painel com instrumentos analógicos. O mostrador digital tem pouca luminosidade dos números, o que dificulta a consulta dos dados de hodômetro, mas a fabricante disse que esse é um detalhe simples de ser resolvido.

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Bem-equipado, ele impressiona pelo alto nível de itens de conforto, conveniência e segurança. Entre os principais, destacam-se o assistente para frenagens de pânico, pedal “inteligente” de freio, controle eletrônico de estabilidade e de tração, assistente de partida em rampas, sistema de monitoramento da pressão dos pneus, sensor de estacionamento traseiro, luzes diurnas de LED, luzes de conversão estática — os faróis seguem o movimento de esterçamento do volante em baixas velocidades para auxiliar nas manobras —, item único no segmento, alarme antifurto, controlador automático de velocidade, faróis com regulagem elétrica de altura do facho e acendimento automático em função da luminosidade (sensor crepuscular), dois assentos com Isofix e direção com assistência elétrica.

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A versão mais cara, a Pack 3, acrescenta câmeras frontal e de ré e kit multimídia com tela de 8 polegadas. A JAC Connect Front Camera, em conjunto com o aplicativo JAC View, permite registrar filmes, com áudio, de todos os trajetos percorridos pelo T40, além de eventualmente proporcionar redução dos preços do seguro. O único opcional é a pintura bicolor, com o “envelopamento” da capota, que custa R$ 1.990.

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O motor é o mesmo 1,5 litro que equipa parte da linha JAC — à exceção do T2, que tem motor de 1,4 litro, e do T6, que traz uma versão de 2,0 litros.  Trata-se do VVT de 16 válvulas JetFlex, com bloco e cabeçote de alumínio, de 127/125 cv a 6.000 rpm de potência máxima e 15,7/15,5 kgfm a 4.000 rpm de torque. Tem duplo comando de válvulas acionado por corrente, variador de fase na admissão, injeção no coletor de admissão e bobinas individuais.

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