Os SUV que se acham bons precisam apenas de uma coisa: bater o Macan. É contigo, Velar…

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s8Do antigo conceito Velar, que se transformou num veículo de produção, até o novo Velar, que se parece com um conceito. Da proposta 4×4 muito desejada nas tribos ‘off Road’, a um SUV muito bem acertado para o asfalto e vendendo muito bem nas cidades. Do funcional ao elegante, do interior para Xangai.

A evolução do Range Rover, a marca, reflexos daqueles SUV, a linhagem. O primeiro Range Rover de 1970 – protótipos batizados de Velar – foi na verdade o primeiro SUV moderno. Era igualmente competente nas trilhas como nas estradas. Havia alguns 4×4 americanos enormes antes dele e igualmente bons nas duas condições. Exceto que não eram tão bons assim.

O primeiro Range Rover era uma besta grande e versátil. O chefe de engenharia Spen King, certamente não o considerou um carro de luxo, muito menos qualquer coisa ‘premium’ – clichê favorito dos marqueteiros automotivos de hoje. Rapidamente os Range Rover se transformaram de desbravadores para carros executivos. Nascia o SUV. Os rivais copiaram. O resto é história, e em alguns casos, tragédias.

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s12Os SUV são as linhas que mais crescem no mundo atualmente. Transitando entre a estranheza e a ubiquidade, seus clientes não param de aumentar. Hoje em dia carregam todo tipo de apelo, virilidade, superioridade, ou apenas do pai de família ou da mamãe que leva os filhos à escola. Sua disposição alta é responsável por muito disso, além de dar uma sensação de segurança.

s13Talvez o mais triste de tudo é que eles se transformaram em substitutos de esportivos, especialmente em mercados como o russo e o chinês. Lá o chique é andar de SUV, mais até do que num roadster com pneus largos. Eles desejam muito mais um Cayenne V8 biturbo que um 911 6 cil. boxer.

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s11À medida que o mercado cresce, a oferta se fragmenta. Eles variam desde um Suzuki com jeito de brinquedo, até poderosos Toyota; de Mercedes machões a Maseratis musicais; de elegantes Porsche a enormes BMW; de um Q2 a um Qashqai. Temos ostensivos Bentley e Jaguar gigantes. Os precursores da linhagem, Jeep e Land Rover, se expandiram e se diversificaram. Assim como a pessoa que inventou o ‘selfie’ no celular, talvez eles também não façam ideia da amplitude de sua invenção.

Os SUV agora vêm em todos os tamanhos e formatos, mas dois dos mais especiais estão na minha frente. O Porsche Macan GTS, no mesmo tom de vermelho dos 911 atuais, talvez seja o mais esportivo SUV, se não contarmos com seu irmão Macan Turbo. De qualquer maneira, ele se parece mais com um hatch inflado do que com um SUV, sendo que a Porsche se refere a ele como um ‘veículo utilitário esportivo’. Ele tem bom espaço e é razoavelmente versátil e confortável. Ele é mais um 4×4 familiar do que um esportivo de tração integral.

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E então, temos o novo Range Rover Velar, o SUV Land Rover mais acertado para o asfalto e também o mais estiloso. Na versão V6 supercharged de 375 cv, testada aqui, é também o mais esportivo SUV médio Land Rover, uma boa qualidade para quem vai enfrentar o Porsche. A máxima é de 250 km/h e o tempo de 0 a 100: 5.7 segundos.

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É um carro com muita presença, de tirar o fôlego sob certos ângulos. O chefe de design Gerry McGovern é talvez o estilista de SUVs mais respeitado do mundo, e esta sem dúvida é sua obra de arte. Gerry não é chegado em barracas, capuzes, sacos de dormir ou qualquer coisa que lembre um camping. O Velar é muito mais adequado a uma aventura global do que um Camel Trophy. Ele é um puro resultado dos traços de McGovern: urbano, glamoroso, mas sem exagerar.

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O estilo é incrivelmente limpo. Tudo flui, incluindo as maçanetas das portas. É uma grande escultura. Sua imponência – apesar da característica de laterais e teto alto dos SUV – é perfeita. Ele é grande – muito maior que um Evoque, porém menor que um Range Rover Sport. É também mais de 100 mm mais longo que o Macan, apesar do peso similar, graças à arquitetura de alumínio da Jaguar/Land Rover.

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As maçanetas acionadas por pressão movem-se à frente com a porta aberta e graciosamente se retraem novamente quando elas são fechadas. No interior o design é tão limpo quanto o exterior, sem itens supérfluos ou decoração exagerada. Além de um par de botões giratórios, todos os controles principais são feitos em duas telas sensíveis ao toque. A de baixo flui com o console central, enquanto a superior se destaca quando você se senta à frente do volante, enquanto o botão giratório de alumínio gentilmente emerge de seu ninho. Faz parte do teatro apresentado aos clientes do Velar…

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